Há boas razões para visitar o ‘Peixe em Lisboa’, que arranca hoje, 5 de abril

Arranca hoje, 5 de abril a 11.ª edição do ‘Peixe em Lisboa’, que se estende até 15 de abril. A Lux Gourmet falou com Duarte Calvão, diretor do evento, que enumerou algumas razões para os lisboetas, e não só, visitarem o Pavilhão Carlos Lopes, nos próximos dias.

Dê-me boas razões para visitar o Pavilhão Carlos Lopes para assistir e participar no Peixe em Lisboa?

A possibilidade de conhecerem o peixe e o marisco de 10 restaurantes da região de Lisboa. Alguns que já conhecem, de edições anteriores ,outros que se estão a estrear, como a Casa do Bacalhau, o Loco e o Mariscador, que são as grandes novidades deste ano.

A possibilidade de conhecerem vários tipos de cozinha, a preços mais acessíveis do que no próprio restaurante, onde os chefs têm uma grande exposição e investem muito trabalho.

As atividades de Auditório, onde se pode ver e ouvir chefs internacionais de primeiro plano e de diferentes cozinhas. Este ano pela primeira vez, a cozinha da Eslovénia com a Ana Ros [considerada a Melhor Chef Feminina do Mundo em 2017] e a chinesa com Andrew Wong [vencedor de uma estrela Michelin com o seu restaurante londrino A Wong], e outros chefs que também estão a fazer um trabalho extraórdinário, os portugueses como o José Avillez e todos os chefs novos que estão a aparecer.

Passar um momento agradável, num espaço que este ano vai ter mais espaços exteriores, mais esplanadas, e o Mercado no interior.

Tudo por um valor bastante agradável e acessível a todos.

Com estes chefs de topo é difícil manter a qualidade de ano para ano, tendo em conta que o ‘Peixe em Lisboa’ vai já na 11.ª edição?

Os chefs hoje em dia são muito requisitados um pouco por todo o mundo. São convites irrecusáveis e até bastante lucrativos para eles, nós não temos esse dinheiro todo para lhes pagar, mas penso que aqui os cativamos pelo facto de lhes proporcionarmos momentos mais intimistas. Há aqui um maior e mais direto contacto com o público, tornando-se algo mais prazeiroso. Damos-lhes tempo para que possam falar do seu trabalho à-vontade, e não a correr.

E depois, Lisboa é cada vez mais um local onde todos querem vir. Como tal, também por aí não é difícil de os convencer.A cidade está cada vez mais atrativa e mesmo para aqueles que já estiveram cá há sempre vontade de regressar.

O facto da nossa gastronomia ser cada vez mais conhecida lá fora, faz com que haja também a vontade de querer conhecer melhor a nossa cozinha, os nossos chefs e restaurantes.

Pelo feedback que tem recebido, podemos dizer que a gastronomia portuguesa está muito bem cotada lá fora?

Precisa melhorar mais. Ainda temos um caminho grande a percorrer, mas sem dúvida que está bem melhor.

O nosso lema desde a primeira edição é precisamente mostrar a qualidade dos nossos produtos, nomeadamente nos peixes e marisco, mas não só, o azeite, os vinhos. Claramente, hoje em dia, deixámos de ser só o país do bacalhau e da sardinha assada, pelo menos ao nível dos chefs, sempre foi a nossa intenção mostrar a variedade e qualidade dos peixes e mariscos que temos. E isso tem ajudado muito o trabalho de alguns chefs portugueses que têm trazido uma imagem de renovação em relação à cozinha portuguesa. Uma cozinha que se moderniza e que tem novos nomes.

Quais os pontos a mudar?

Não é mudar de caminho, acho que estamos no bom caminho. Os chefs nacionais têm de arricar e mostrar trabalhos próprios, não se satisfazerem com situações que podem ser cómodas sob alguns pontos de vista.

Vale a pena acreditarem na sua cozinha e não fazerem uma cozinha que não é a deles. Arriscar! O chef deve por no seu trabalho aquilo que ele é, as suas raízes, experiências e vivências. Mesmo que isso não seja a cozinha que está a dar. É um caminho que tem sido feito por muita gente, mas precisa ainda mais de ser feito.

O alargamento dos turistas enquanto público é propício a isso. O turismo tem ajudado muito. Há toda uma série de fatores positivos a ir na direção correta.
Os festivais e os palcos servem para mostrar e arriscar, mas também têm de estar ancorados no trabalho do dia-a-dia dos restaurantes. As revoluções fazem-se no dia-a-dia dos restaurantes dos nossos chefs.

Os chefs da 11.ª edição do Peixe em Lisboa

Chef João Bandeira, do restaurante Casa do Bacalhau

Chef Alexandre Silva, do restaurante Loco

Chef Rodrigo Castelo, do Mariscador

Chef Sergi Arola, do Arola, Penha Longa Resort

Chef Kiko Martins, d’ A Cevicheria, entre outros.

Chef Paulo Morais, com o restaurante Kanazawa

Chef  André Magalhães, com o seu recente projeto Taberna Fina

Chef João Pedrosa, do restaurante Ibo

Chef Pascal Meynard, do Ritz Four Seasons Hotel Lisboa

Chef Hélder Chagas, do restaurante Ribamar, em Sesimbra (o único restaurante que esteve sempre presente nas 11 edições do Peixe em Lisboa)

A 11ª edição do Peixe em Lisboa conta também com a presença de vários chefes nacionais e internacionais para apresentações e showcookings exclusivos a decorrer no evento, entre eles:

Ashley Palmer-Watts, responsável pelo Dinner, em Londres, um dos mais conceituados da Grã-Bretanha (duas estrelas Michelin)

Anthony Genovese, chef do Il Pagliaccio, um dos mais trendy restaurantes de Roma (duas estrelas Michelin)

Ana Ros, eleita Melhor Chef Feminina do Mundo em 2017, pelo seu trabalho no restaurante Hisa Franko, na zona rural da Eslovénia

Andrew Wong, com o seu restaurante londrino A Wong (uma estrela Michelin)

Iván Domínguez, chef do restaurante Alborada, na Corunha (uma estrela Michelin)

José Avillez do Restaurante Belcanto, em Lisboa (duas estrelas Michelin)

João Rodrigues do Restaurante Feitoria, em Lisboa (uma estrela Michelin)

Para além de vários jovens chefs nacionais em ascensão como João Oliveira e Tiago Bonito, ambos vencedores de estrelas Michelin na última edição do Guia; Vasco Coelho Santos, Diogo Noronha e Diogo Rocha.

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